Noticias do Campo
sábado, 24 de abril de 2021
segunda-feira, 23 de março de 2020
Em breve teremos novidades
Caro leitor nosso blog estarar com novidades a patir de Abril. Você não perde por esperar.
sábado, 28 de dezembro de 2019
Curso de Agrofloresta com Raimundo Bertino
Este é um curso prático completo com planejamento da área ( desenho da área, estratificação florestal, com escolha das especies, quantidade de plantas, espaçamento entre plantas), Implantação(preparo do solo, com os berços das plantas, e plantação das mudas), manejo ( tipos de podas, cobertura vegetal, raleamento, entre outras. Faça sua inscrição e aprenda tudo sobre agricultura agroflorestal, receberá um certificado com 30 horas.
Inscrições presenciais ou clique aqui.
Quem é Raimundo Bertino?
Raimundo Daldenberg Pereira Bertino Nasceu em Caraúbas-RN, tem mais de 8 anos de experiencia com agroecologia, em planejamento implantação e manejo de Sistemas Agroflorestais no semiárido, trabalha de assessor técnico pedagógico no Centro Sabiá, desde 2011. Formado em técnico em agropecuária Pela Escola Agrotécnica do Cajueiro, Licenciado em Geografia Pela Universidade Federal de Pernambuco-UFPE, se especializando em Agricultura Organica Pela Faculdade Bom Alberto.
APRESENTAÇÃO
A crise ambiental e
produtiva que nossos agroecossistemas estão enfrentando em face de todas as
mudanças climáticas já presenciadas na região Nordeste urge a necessidade de
aprendermos novas formas de reorganizar o desenho das pequenas propriedades
rurais. Este redesenho necessariamente precisa esboçar a experimentação de
cultivos diversificados, com alta presença de biodiversidade, capaz de promover
equilíbrio ecológico e ao mesmo tempo disponibilizar produtos agrícolas para as
famílias agricultoras como também produzir alimentso . Os Sistemas
Agroflorestais (SAFs) ou Agrofloresta, tem sido uma proposta bem sucedida para
conseguirmos recuperação ambiental e produção agrícola. A perspectiva de
sustentabilidade da Agrofloresta traz como estratégia técnica o consórcio entre
plantas agrícolas, anuais e frutíferas, com plantas florestais, nativas e com
potencial forrageiro, em um desenho de agroecossistema com grande quantidade de
biodiversidade.
OBJETIVO
Desenvolver um curso teórico
e prático sobre implantação de Agroflorestas Em Caraúbas no Rio
Grande do Norte;
Construir referência em sistema agroflorestais em Caraúbas-RN.
Construir referência em sistema agroflorestais em Caraúbas-RN.
METODOLOGIA
O curso será realizado com
um componente teórico e outro prático. O componente teórico não passará de 30%
do tempo. Em um primeiro momento de teoria serão trabalhados os conceitos de
Agrofloresta; provocaremos uma rápida reflexão sobre a necessidade de se
implantar Agrofloresta na Região; uma rápida contextualização de como está a
implantação de agroflorestal no cenário nacional e regional. O segundo momento da parte teórico será
desenvolvimento no campo, onde iremos fazer o reconhecimento de uma área, na
qual será implantada a agrofloresta. Durante esse momento faremos reflexões
sobre as condições do solo, da vegetação e da biodiversidade presente na área,
e a escolha das especeis principalmente as mais resistentes as longas estiagens,
vamos fazer desenho do sistema agroflorestal e também o orçamento de acordo com
o tamanho da área e finalidade do SAF.
O componente prático
corresponderá a 70% do tempo, e compreenderá inicialmente o planejamento da implantação
da Agroforesta. O segundo momento será a plantação das culturas, No terceiro
momento será feito podas e aporte de matéria orgânica na área em uma de um
quintal produtivo.
Inscrições presenciais ou clique aqui.
Também fazemos consultorias em sistemas agroflorestais
(87) 9 9611-3551
Também fazemos consultorias em sistemas agroflorestais
(87) 9 9611-3551
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
"Um projeto de resgate da história"
Foto: Jéssica Freitas
sexta-feira, 27 de setembro de 2019
“A CRISE E A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL ANDAM LADO A LADO”

A Articulação do Semiárido Brasileiro em Pernambuco – ASA/PE realizou ontem (24), em Triunfo/PE, uma plenária ampliada com a participação de movimentos sociais do estado. A ideia é olhar para o contexto nacional e compartilhar como os diversos movimentos enxergam esse momento no Brasil, e quais as estratégias de lutas e resistências.
Com a participação de movimentos de mulheres, de juventudes, de trabalhadores e trabalhadoras rurais, representantes de comunidades indígenas e quilombolas, pastorais sociais e as organizações que constrói a ASA/PE. A plenária iniciou com alegria e esperança que une essa diversidade que luta por direitos, com uma mística conduzida pelos povos indígenas e quilombola trouxe o espírito de unidade e resistência.
Na abertura da plenária o coordenador executivo da ASA/BR pelo estado de Pernambuco, Alexandre Pires, lembrou que no mês de Novembro a ASA comemorará 20 anos de existência e o quanto significa para os povos do Semiárido. “A ASA se constituiu há 20 anos para assegurar um direito fundamental às pessoas, que é o direito a água e hoje já são mais de 1.300.000 famílias agricultoras que tem água pra o consumo humano, sabemos que ainda tem muitas famílias ainda não tem esse direito garantido, por isso é uma luta permanente” Afirma Alexandre.
Alexandre relatou que o que tem sustentado e fortalecido a ASA é a construção da solidariedade entre as organizações e estreitar as relações com os movimentos que lutam para garantir direitos é uma das estratégias adotadas.
Cada movimento presente partilhou suas experiências e trouxe nas falas as principais preocupações, entre elas a preocupação com a violência e o ódio que se instalou no País, especialmente a violência sofrida pelas mulheres, povos indígenas, quilombolas, pessoas e organizações que luta por direitos. “A gente começa a refletir que nunca se matou tanta mulher, tanto indígena, quilombola, jovens, negros como nos últimos tempos” Diz Elizete Maria do Movimento das Mulheres trabalhadoras rurais – MMTR.
“A ASA tem a preocupação de reconstruir uma perspectiva de valorização do papel das mulheres na luta por direitos. Ressaltando a caminhada do movimento feminista nos territórios” Afirma Graciete Santos, Coordenadora da ASA/PE.
A necessidade de formação das pessoas é algo forte nas falas dos diversos movimentos, o levante popular da juventude, trouxe uma análise de que é necessário manter o tripé: Organização, formação e luta para que assim se possa ganhar a luta ideológica. “Temos como desafio levar a pauta da educação para toda a sociedade, pois essa é uma pauta cara para nós” Conta Carla Freitas, do Levante Popular de Pernambuco.
Os povos indígenas trazem que estão na luta a 519 anos, e a luta para manter a cultura e a territorialidade é constante na vida dos povos originários do Brasil
“A discussão da agroecologia é para potencializar e unificar os movimentos quer seja jovem e se enxergar jovem na igreja. Nós estamos aqui para fortalecer as lutas, dizer não a usina nuclear, fortalecer a luta das mulheres e das juventudes junto ao acampamento da Normandia” Relata Rossana Benevenuto, da Pastoral de Juventude de Pernambuco.
A tarde foi dedicada a pensar estratégia de unificação das lutas e fortalecimento das organizações e movimentos no estado.
Por Kátia Rejane Holanda Lopes
Fotos: Darliton Silva
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